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Meu Windows é o meu Linux – Parte 2


Lendo os comentários do primeiro artigo, acho que muitos de vocês não me entenderam, ou talvez eu não transmití o que eu realmente queria e, antes de qualquer coisa, eu não culpei nenhuma distribuição Linux do fato de eu ter perdido arquivos vitais, como foi exposto pelo Lucas Rafagnin e pelo Marcos. O que eu quis dizer é que eu me sinto frustrado em relação para com o Linux.

Em momento algum chutei o balde, só quis (e ainda quero!) mostrar o meu ponto de vista. A falha que me fez perder os arquivos foi totalmente minha. Quando disse que isso tinha sido a gota d’água para abandonar o Linux de vez, eu quis dizer em relação à minha frustração e em momento algum fui contra ele. Mas enfim, esclarecimentos feitos, vamos por partes, pois pretendo debater alguns comentários a partir de agora…

O Rafael e o Marcellino disseram que não dependem mais de uma [BP]plataforma[/BP], pois todas as suas [BP]aplicações[/BP] estão online e funcionam em qualquer que seja o SO. Tudo bem, eu também uso a maioria das minhas aplicações online, mas ainda não inventaram o [BP]Photoshop[/BP] e muito menos o [BP]Illustrator[/BP] online. E como eu trabalho com design gráfico, logo preciso de uma plataforma que rode pelo menos estes dois softwares. Já que hoje eu não posso ter um [BP]Mac[/BP], então fico com o meu Windows. Ou alguém tem um software gráfico que seja tão perfeito quanto esses citados acima que rode no Linux?! Eu já trabalhei com o Gimp, mas convenhamos, ele ainda precisa comer muita poeira até que consiga se aproximar do Photoshop. E, por favor, não me entendam errado de novo. Só estou falando a verdade.

Concordo completamente com o Fábio e com o Thiago Rodrigues quando disseram que sair da zona de conforto e migrar para uma nova plataforma dá trabalho, ainda mais quando a maioria pensa que Windows é sinônimo de [BP]Sistema Operacional[/BP]. Realmente é muito complicado sair de algo que você domina e ter que enfrentar um novo ambiente. Você precisa estar adaptado, caso contrário, você vai sofrer como o O’Marin que preferiu voltar para o [BP]Windows[/BP], mesmo depois de ter deixado o Ubuntu todo configurado.

Já meu amigo Eduardo também deixou um comentário interessante. Segundo ele, muita gente ainda vai demorar a entender isso, mas Sistema Operacional bom é aquele que resolve o seu problema, ou seja, que traz rapidez e comodidade, independente de qual for a sua a finalidade. – Apoiadíssimo!!!

Um caso inusitado, para não falar estranho, aconteceu com o Daniel. O Windows dele fechou todos os aplicativos e, do nada, começou uma contagem regressiva de 60 segundos, desligando seu PC em seguida. Bom, pelo o que eu conheço de Windows, provavelmente ele esqueceu de mencionar que estava com o [BP]antivirus[/BP] desatualizado (ou sem antivirus) e, conseqüentemente, infectado com o W32.Blaster. Quando lí este comentário, fui obrigado a enviar um email para ele avisando do perigo e com os procedimentos de como remover este worm. E antes que você fale, eu sei… Eu sei que o Linux é muito mais estável que o Windows! E disso, meu amigo, já estou cansado de saber…

Concluindo (ou não), meu Windows é o meu Linux, pois é sob o Windows que eu uso [BP]softwares[/BP] gráficos para trabalhar e ganhar o meu dinheiro (leia-se: liberdade). E se tempo é dinheiro, infelizmente, não tenho mais tempo para tentar aprender nem de me acostumar com o Linux. Mas aí você se pergunta, e se o Celso não trabalhasse com design, será que ele usaria Linux?! Bom, se eu não dependesse dos meus aplicativos gráficos para pagar o leitinho das crianças no fim do mês e, se eu tivesse tempo disponível, por que não tentar mais uma vez?! Como já disse, não tenho nada contra o Linux. Só me sinto mais confortável, financeiramente falando, usando o Windows. Enfim, acho que agora fui bem mais claro em relação à minha liberdade…

Ah! E só para constar, eu também apoio o uso de cópias legais do Windows e de todos os softwares instalados nele.

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